Guia do Investidor

A Concórdia disponibiliza para você um guia completo sobre o mercado de ações. Clique nos temas abaixo e confira.

Fundos de Investimento

  • Aplicações e resgates podem ser solicitados via Internet, através do site da Concórdia ou atendimento telefônico. Após a solicitação, em aplicações, o cliente deve transferir o valor para a conta bancária do respectivo fundo.

    Cada fundo tem valores mínimos de aplicação inicial, saldo mínimo, movimentação mínima, datas diferentes de cotização para aplicação e resgate e para recebimento do crédito. 

    • Taxa da Administração: remuneração dos serviços prestados pela instituição financeira administradora do fundo, variando conforme o objetivo do fundo.
    • Taxa de Performance: cobrada por alguns fundos, varia de acordo com o objetivo do fundo. Os administradores estabelecem um índice de referência e, sempre que o retorno do fundo for maior que esse “benchmark”, será cobrado um percentual sobre o que exceder o benchmark.
  • Antes de escolher um fundo, defina seus objetivos de investimento:

    • Manter uma poupança que tenha liquidez para uma situação de emergência?
    • Garantir recursos para a aposentadoria?
    • Investir para viajar ou morar no exterior?
    • Investir aceitando correr um risco maior para obter uma rentabilidade melhor em longo prazo?

    Depois de definidos os objetivos de investimento, considere na escolha de um fundo:

    • Gestores: Definem as ordens de compra e venda de ativos com seu investimento. Assim, é importante conhecer o perfil dos gestores e verificar se você se identifica com o estilo de gestão.
    • Regulamento/Prospecto: leia o regulamento e o prospecto para entender melhor os limites de atuação do gestor e o funcionamento do fundo. O selo ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) indica o compromisso de conter no prospecto as seguintes informações: objetivo, política de investimento, risco, regras de tributação, taxa de administração, gestão e auditoria.
    • Performance: rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura, mas pode ser um indicador de competência e consistência da gestão.
    • Volatilidade: mede a oscilação dos retornos de uma carteira, quanto maior a oscilação, maior o risco da carteira.
    • Taxa de Administração: a taxa de administração varia muito no mercado, mas taxas menores não significam que haverá retorno maior e as taxas maiores não significam que a qualidade do gestor é melhor.
  • Fundo de Investimento é um condomínio que reúne recursos de um conjunto de investidores, com objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aquisição de uma carteira de títulos ou valores mobiliários.


    Ao aplicar em um Fundo de Investimento, você compra cotas desse Fundo, tornando-se um cotista.

    A cota é a fatia do Fundo que lhe pertence e você saberá se a aplicação está com ganhos ou perdas se a cota estiver valendo mais ou menos do que o preço pago ao fazer a aplicação.

  • As principais vantagens em investir em Fundos de Investimento da Concórdia são:

    • Administração e gestão profissional: a equipe da Concórdia conta com profissionais especializados que buscam uma rentabilidade superior aos investimentos disponíveis no mercado.
    • Acesso aos mercados: através dos fundos, você tem acesso a diversos mercados que poderiam ser mais difíceis de investir se a aplicação fosse individual. Por exemplo, mercado de ações, derivativos, títulos públicos e privados.
    • Diversificação: os fundos são excelentes alternativas para quem quer diversificar as aplicações através da variedade de categorias de fundos e diferentes composições de carteiras.
    • Conveniência: a aplicação e/ou resgate em fundos pode ser realizada da forma que preferir, através da área restrita do site da Concórdia ou do atendimento telefônico.
    • Liquidez: aplicando em fundos de liquidez diária (por exemplo o Concórdia Extra FI), você tem a facilidade de converter rapidamente sua aplicação em dinheiro, podendo resgatar seu investimento a qualquer momento.
    • Segurança: a Comissão de Valores Mobiliários regulamenta e supervisiona a indústria de fundos, fiscalizando a política de investimento, os riscos e as taxas cobradas. Também a ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimentos) tem o Código de Auto-regulação da Indústria de Fundos de Investimento, que determina que as instituições financeiras se auto fiscalizem para garantir a segurança e a transparência das aplicações dos investidores.
    • Transparência: as informações sobre os Fundos de Investimento, como rentabilidade, composição da carteira e comunicado ao cotista estão disponíveis no site ou nos escritórios da Concórdia. Além disso, temos o relatório mensal “Palavra dos Gestores”, que traz o desempenho dos fundos e comentários dos gestores. Além disso, os fundos utilizam a Marcação a Mercado que consiste na apuração da cota do fundo, baseada no valor de mercado de seus ativos apurados ao final de cada dia. Todas as operações são registradas, custodiadas, fiscalizadas e auditadas periodicamente.
    • Rentabilidade: os fundos são administrados por profissionais especializados, que analisam as melhores alternativas e os momentos certos de alterar a carteira de investimento.
    • Custo menor: o custo de aplicar em um fundo com outros investidores é menor do que aplicando o dinheiro individualmente, pois o custo referente à administração é dividido entre todos os cotistas.
  • A liquidação financeira varia de fundo para fundo. 

    • Movimentação: data do pedido da operação, de acordo com os horários determinados. 
    • Cotização: data em que as aplicações são convertidas em quantidades de cotas e os resgates das cotas convertidas em financeiro.  
    • Pagamento: data em que os resgates são creditados em sua conta. Essa data pode variar de fundo para fundo.
    • Fundo Curto Prazo: Fundos que aplicam seus recursos em títulos públicos federais pré-fixados ou indexados à SELIC (taxa de juros básicos), ou título indexado a índices de preços, com prazo máximo a decorrer de 375 dias, e prazo médio da carteira do fundo inferior a 60 dias, sendo permitida a utilização de derivativos somente para proteção da carteira e a realização de operações compromissadas lastreadas em títulos públicos federais. 
    • Fundo Referenciado: Fundos que têm como objetivo seguir o mais próximo possível as variações de um índice, investindo, no mínimo, 95% da carteira em ativos financeiros para acompanhar a variação do indicador de desempenho (“benchmark”) escolhido.  
    • Fundo de Renda Fixa: Fundos que aplicam em títulos da dívida pública ou privada, pré ou pós-fixados. Podem ser adicionalmente classificados como “Longo Prazo” quando o prazo médio de sua carteira supere 365 dias. Recomendados para investidores com perfil conservador. 
    • Fundo de Ações: Fundos que investem no mínimo 67% da carteira em ações, ficando sujeitos às oscilações da bolsa de valores. Indicados para investidores com perfil arrojado. 
    • Fundo Cambial: Fundos que procuram acompanhar a variação das taxas oficiais de câmbio, por exemplo,  entre o Real e o Dólar. Opção para quem tem como objetivo manter o patrimônio em dólar ou para quem tem dívidas nessa moeda. Esses fundos são compostos por títulos da dívida pública ou privada atrelada ao dólar ou por derivativos cambiais. 
    • Fundo de Dívida Externa: Fundos que aplicam no mínimo 80% de seu patrimônio em títulos da dívida externa, sendo permitido a aplicação de até 20% do patrimônio em outros títulos de crédito transacionados no mercado internacional.
    • Fundo Multimercado: estes fundos combinam investimentos em ativos de renda fixa, câmbio e ações, buscando as melhores oportunidades destes mercados para obter rentabilidades superiores. Possuem políticas de investimento que envolvam vários fatores de risco, sem o compromisso de concentração em nenhum fator especial ou fatores diferentes das demais classes. Recomendados para investidor com perfil moderado.