Guia do Investidor - Ações

A Concórdia disponibiliza para você um guia completo sobre o mercado de ações. Clique nos temas abaixo e confira.

Ações

  • A BM&FBOVESPA é uma companhia de capital brasileiro formada, em 2008, a partir da integração das operações da Bolsa de Valores de São Paulo e da Bolsa de Mercadorias & Futuros. Como principal instituição brasileira de intermediação para operações do mercado de capitais, a companhia desenvolve, implanta e provê sistemas para a negociação de ações, derivativos de ações, títulos de renda fixa, títulos públicos federais, derivativos financeiros, moedas à vista e commodities agropecuárias.

     

    Fonte: BM&FBOVESPA

  • Advém do aumento de capital de uma empresa (companhia aberta), mediante a incorporação de reservas e lucros, quando são distribuídas gratuitamente novas ações a seus acionistas, em número proporcional às já possuídas.

  • Excepcionalmente, além dos dividendos, uma empresa poderá conceder a seus acionistas uma participação adicional nos lucros, por meio de uma bonificação em dinheiro.

  • São empresas que realizam os serviços de liquidação e de custódia das ações. As funções realizadas por essas centrais: compensação, liquidação física e financeira, registro e controle de garantias, controle de posição nos mercados de derivativos e no serviço de empréstimo de ações.


    A principal é a CLBC – Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia, empresa associada à Bovespa, que envia mensalmente, caso haja movimentação da conta, extratos de custódia, ou uma vez por ano, caso não haja movimentação ou, ainda, sempre que o acionista solicitar.

  • O investidor pode participar do mercado por duas formas:

    • Individualmente: o investidor torna-se cliente da Corretora, que será a responsável pela intermediação dos negócios.
    • Coletivamente: o investidor adquire cotas de clubes de investimento ou de fundos de investimentos. Essas formas de investimento coletivo, administradas por Corretoras e outras instituições autorizadas.
  • Quando uma empresa lança ações no mercado pela primeira vez, dizemos que ela “abre o capital”, ou seja, está chamando sócios para o seu negócio. Os investidores que compram estas ações, oferecidas pela primeira vez, entram na chamada oferta primária de ações, que em inglês é conhecida pela sigla IPO (Initial Public Offering).

     

    Depois disto, estas ações podem trocar de dono, conforme as leis de oferta e demanda e isto é feito no mercado secundário, que é organizado pela Bolsa de Valores, no Brasil, a BM&FBovespa.

     

    A abertura de capital é realizada com autorização da Comissão de Valores Mobiliários – CVM, o órgão fiscalizador do mercado de capitais brasileiro, e precisa atender a requisitos definidos na lei das S/As (lei 6.404/76), para garantir a confiabilidade e o acesso ás suas informações e demonstrações financeiras.

     

    As empresas abrem seu capital por alguns motivos, como:

    • Fonte de financiamento para investimentos que a empresa deseja realizar a um custo em geral mais baixo que o financiamento bancário;
    • Melhoria da imagem da empresa frente à imprensa e aos parceiros comerciais e financeiros;
    • Busca por aumento de liquidez do patrimônio dos acionistas controladores;
    • Reestruturação societária.

     

    A companhia é considerada aberta quando realiza a colocação de valores mobiliários em bolsas de valores ou no mercado de balcão. São considerados valores mobiliários: ações, bônus de subscrição, debêntures, partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública. 

     

    Ações:

    Títulos negociáveis, que representam para os proprietários (investidores) uma fração do capital social de uma empresa.

     

    Bônus de subscrição:

    Direito de aquisição de um novo lote de ações pelos acionistas de uma empresa, em quantia proporcional à quantidade de ações já possuídas pelos acionistas. A empresa emite novos lotes de ações e o acionista detentor deste bônus de subscrição tem o direito de comprar ações desta mesma empresa dentro de um prazo estabelecido, e por um preço pré-determinado.

     

    Debêntures:

    Títulos negociáveis, representativos de dívida de médio e longo prazo contraída pela companhia junto ao credor, neste caso chamado debenturista. A debênture representa uma fração do total da dívida contraída pela companhia no ato da emissão e pode ser negociada no mercado secundário.   

  • Instituições financeiras credenciadas pelo Banco Central, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e membro das Bolsas, habilitadas a negociar valores mobiliários ou contratos futuros. Funcionam como intermediárias dos investidores na execução de ordens de compra e venda.

  • A CVM é um órgão do governo criado para disciplinar o funcionamento do mercado de valores mobiliários e a atuação de seus protagonistas, assim classificados, as companhias abertas, os intermediários financeiros e os investidores, além de outros cuja atividade gira em torno desse universo principal.

    A CVM tem poderes para disciplinar, normatizar e fiscalizar a atuação dos diversos integrantes do mercado.

  • É o direito de aquisição de novo lote de ações pelos acionistas – com preferência na subscrição – em quantidade proporcional às possuídas, em contrapartida à estratégia de aumento de capital da empresa.

  • Dividendo é a parcela de lucro líquida distribuída aos acionistas, na proporção da quantidade de ações detida, ao fim de cada exercício social.


    As empresas são obrigadas a distribuir, no mínimo, 25% do seu lucro para os acionistas, mas esta proporção pode chegar a 100%.  


    Se apresentar prejuízo ou estiver atravessando dificuldades financeiras, a companhia não será obrigada a distribuir dividendos.